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Bruce H. Lipton

Bruce H. Lipton, biólogo celular e conferencista, é reconhecido internacionalmente como um dos pioneiros na ligação entre ciência e espiritualidade. Recebeu o prestigiado Prémio Goi da Paz (Japão) em 2009, que distingue a sua contribuição científica para a harmonia mundial.
Catálogo

Título: A Arte de Não Fazer Nada
Título original: The Art Of Doing Nothing
Autoria: Véronique Vienne
Dimensões: 17,5 x 17,5 cm
Nº de páginas: 96
ISBN: 978-972-8541-09-5
Encadernação: Capa Dura
Preço: 17,17 €
Preço online: 10,29 €


Sinopse
CAPÍTULO 6

A arte de dormir a sesta

Se tem muito que fazer, faça uma sesta — apenas uma sesta de dez minutos. Por mais ridículo que possa parecer, deixar-se cair da beira da consciência é frequentemente a melhor maneira de rapinar o tempo extra de que precisa para cumprir um prazo limite.

Refugiar-se num leve cobertor de sono no meio de um dia atarefado não é muito diferente de escavar um túnel de fuga, um que passe por cima de horários de trabalho impossíveis, agendas sobrepostas, e dores de cabeça programadas, e que lhe permite submergir alguns minutos depois com um olhar fresco para a vida.

John F. Kennedy, Winston Churchill, Thomas Edison, Napoleão Bonaparte, e Leonardo Da Vinci praticavam a arte de passar pelas brasas a meio da tarde. Tal como eles, você pode descobrir que dormitar nas costas das pessoas traz-lhe vantagens.

A pesquisa do sono demonstra que se passa um complexo processo fisiológico, sob a superfície de uma soneca inocente. O que de fora parece inércia é, de facto, um estado interno activo a fervilhar de neurónios a disparar intensamente.

Enquanto dormimos, sofisticadas sequências de ondas cerebrais transformam os nossos corpos inertes em estações de energia que produzem inteligência, atenção e discernimento.

Existem devastadoras provas científicas em como a falta de sono acarreta uma grave deterioração da consciência: fadiga, incapacidade de concentração, alucinações visuais e do tacto.

A vontade de se aninhar ao princípio da tarde é um sinal de alerta de que lhe está a faltar bom senso ou discernimento. É esta a altura do dia em que aumentam os acidentes de trânsito ou de produção — quando as pessoas adormecem ao volante ou no painel de comandos fabris.

É bastante melhor enroscar-se do que provocar um desastre. De barriga para cima, pode entrar num processo de produção enquanto fabrica os blocos de construção para o seu próximo estado de vigília.

Render-se ao descanso faz mais do que apenas restaurar a capacidade de funcionar eficazmente — de facto, gera aquele estado mental, claro e transparente, a que chamamos vigília.
Notas biográficas
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